SIGN IN YOUR ACCOUNT TO HAVE ACCESS TO DIFFERENT FEATURES

FORGOT YOUR PASSWORD?

FORGOT YOUR DETAILS?

AAH, WAIT, I REMEMBER NOW!

Grupo Mast

  • LOGIN
  • Empresa
    • O Grupo Mast
    • Qualidade Mast
  • Produtos
    • Saúde Ocupacional
      • Soluções para COVID-19
    • Segurança do Trabalho
      • Gerenciamento de Riscos Ocupacionais
    • Consultoria em Benefícios Corporativos
    • Consultoria Especializda em Benefícios para PME e PF
    • Gestão Ambulatorial
    • Mast Digital
  • Gestão de Saúde
    • Mast Vida Ativa
  • Unidades
  • Blog
  • Contato
  • Trabalhe Conosco
  • Área do Cliente

Mast News

quarta-feira, 30 junho 2021 / Published in Sem categoria

Dependência química pode causar depressão?

A depressão e a dependência química podem ter uma forte relação. Descubra quando uma pode levar a outra e o que fazer.

Tanto a dependência química quanto a depressão são transtornos mentais e precisam de atenção. Suas causas e efeitos são variados, mas uma pode sim estar completamente ligada com a outra.

O que isso quer dizer é que, tanto quem tem depressão pode ter maior facilidade de desenvolver a dependência química, quanto um dependente químico é mais propenso a sofrer de depressão e outros transtornos mentais.

Por que a dependência química pode causar depressão?

Antes de entendermos essa relação, é preciso estabelecer o que é a dependência química. Este transtorno mental atinge milhares de pessoas e caracteriza-se pelo uso compulsivo de alguma substância, seja ela álcool, maconha, cocaína, metanfetamina, tabaco e até mesmo alguns remédios controlados.

Um dependente químico não consegue ficar sem a sua substância por um longo período de tempo e apresenta sintomas de abstinência quando isso ocorre. A pessoa não consegue controlar a quantidade que consome e sente que sempre precisa de mais. Com isso, começam a aparecer os prejuízos na vida pessoal causados pelo abuso dessas substâncias.

Um dependente químico pode ter iniciado o consumo da substância viciante por uma série de motivos, mas dentre os principais, além da predisposição genética e ambiental, está a necessidade de fuga, falta de controle emocional e incapacidade de lidar com a realidade. As drogas, portanto, oferecem uma experiência prazerosa momentânea, mas cobram o preço mais tarde com as consequências da dependência.

Cada droga tem um efeito específico e pode influenciar o indivíduo a desenvolver depressão de uma forma diferente. O álcool, por exemplo, é depressor do sistema nervoso central e é considerado uma droga suja, pois atua em vários neurotransmissores. Com o uso abusivo, ao longo do tempo podem surgir a irritabilidade e a predisposição à depressão.

Já a cocaína, por exemplo, ao ser consumida faz com que o indivíduo se sinta como um super-herói, dando-lhe a sensação que pode fazer tudo que desejar. No entanto, algum tempo após o uso, os sintomas depressivos causados pela droga são bastante intensos, provocando uma série de reações emocionais. Essa é uma das drogas mais viciantes e nocivas.

A maconha também está nesta lista. Apesar de aparentemente promover um efeito relaxante, sua abstinência gera bastante ansiedade e também pode causar sintomas depressivos ao longo do tempo.

Ou seja, de modo geral, a dependência química pode causar depressão, pois as drogas interagem diretamente com o sistema nervoso central e, ao longo do tempo, podem provocar um desequilíbrio químico grave. Além disso, também há a dependência emocional da droga, vista algumas vezes pelo usuário como sua ‘salvação’.

Se você não consegue deixar de tomar uma cerveja eventualmente, ou não consegue se controlar e parar após iniciar o consumo, é melhor tomar cuidado e procurar por ajuda, pois este pode ser um sinal de dependência química, uma vez que o álcool geralmente é a principal porta de entrada para outras drogas.

Relação inversa: a depressão como fator para a dependência química

Também é bastante comum que pessoas com depressão passem a abusar de substâncias químicas, gerando dependência e piorando ainda mais o quadro depressivo.

Essa relação ocorre pois o indivíduo pode encontrar na droga, seja ela o álcool como um relaxante ou a cocaína como um estimulante, por exemplo, a sua chance de fuga da realidade, alívio momentâneo daqueles sintomas e uma sensação de bem-estar passageira. Posteriormente, porém, os sintomas da depressão voltam com ainda mais intensidade e ao longo do tempo, com o aumento da dependência, o quadro piora ainda mais.

Identificando o que vem primeiro
São inúmeros os motivos que podem levar uma pessoa à dependência química e um deles é a depressão. Para saber se o transtorno primário é a depressão ou a dependência química, é necessário paciência e ajuda profissional, como a observação do psiquiatra, para diferenciá-los de forma precisa.

Um bom exemplo são os indivíduos que passam pela abstinência do álcool com o intuito de livrar-se do vício. Dados apontam que 42% dessas pessoas apresentaram sintomas que se encaixam perfeitamente em um quadro depressivo uma semana após pararem com o consumo de álcool. Três semanas mais tarde e sem o uso de qualquer medicamento, apenas 6% continuavam apresentando sintomas depressivos.

Depressão e dependência química: ainda piores quando juntos

O paciente com dependência química em concomitância com a depressão, tem maior dificuldade de seguir o tratamento corretamente e pode apresentar problemas com as interações medicamentosas dos antidepressivos juntamente com as outras substâncias psicoativas ingeridas. Isso, portanto, dificulta bastante o tratamento, fazendo com que o paciente não apresente melhoras ou até tenha o quadro piorado. Por isso, quanto mais cedo procurar o tratamento, melhor.

Aos primeiros sinais de dependência química ou de depressão, procure um psiquiatra ou um psicólogo, eles saberão dar a melhor orientação para proteger a sua saúde mental.

Fonte: Parceiro Grupo Mast Saúde Mental: https://psiquiatriapaulista.com.br/dependentes-quimicos-tem-maior-probabilidade-de-desenvolver-depressao/

Tagged under: dependenciaquimica, depressão, saúde mental

What you can read next

Conteúdo Exclusivo par RH: Incentive hábitos alimentares saudáveis
Você sabe o que é leucemia?
Ei, Colaborador! Equilíbrio Digital

Notícias recentes

  • 💊 Medicamentos de alto custo: a pressão silenciosa nos contratos

    Despesas com medicamentos cresceram 68,1% em pl...
  • 📈 Reajustes 2026/2027: o que esperar do próximo ciclo

    Projeções de mercado apontam intervalo de 12% a...
  • 💰 62% do lucro das operadoras em 2025 veio de juros, não da operação

    Texto para Discussão 120 do IESS reconfigura a ...

PÁGINAS

  • Home
  • Empresa
  • Qualidade Mast
  • Produtos
  • Mast Vida Ativa
  • Just in Time
  • Política de Privacidade
  • Unidades
  • Parceiros
  • eSocial
  • Solicite um orçamento
  • Mast News
  • Contato
  • Código de Conduta

NOVIDADES RECENTES

VIEW ALL
  • 💊 Medicamentos de alto custo: a pressão silenciosa nos contratos

    maio 4, 2026
  • 📈 Reajustes 2026/2027: o que esperar do próximo ciclo

    maio 4, 2026

ASSINE NOSSA NEWSLETTER

Nossas novidades no seu e-mail.



© 2022 Grupo Mast - Todos os direitos reservados.
TOP