O Brasil bateu recorde de afastamentos em 2025. E a causa que mais tira gente do trabalho não é a que você imagina — é a coluna.
A saúde mental domina o noticiário, mas nos dados de afastamento ela divide o topo com um vetor mais silencioso: os problemas de coluna. O Brasil registrou um recorde de afastamentos do trabalho em 2025, e um levantamento com mais de 75 mil empresas mostra o peso da questão física — as doenças de coluna responderam por cerca de 65% das ocorrências ligadas a acidentes e afastamentos, seguidas por tendões, ombros e lesões por esforço repetitivo (LER/DORT), com cerca de 25%.
O detalhe que importa para a gestão: a maioria dos casos é curta, mas uma minoria trava a operação. Cerca de 3,4% dos afastamentos ultrapassam 30 dias — e esse pequeno grupo concentra quase metade de todos os dias perdidos. É o afastamento longo que gera custo, cobre vaga, aciona o plano e, no fim da linha, mexe no bolso da empresa via previdência.
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Onde isso vira custo direto: o FAP
Afastamento por acidente e doença do trabalho não é só um problema de RH — é um multiplicador na folha de pagamento. O Fator Acidentário de Prevenção (FAP) ajusta a alíquota do RAT conforme o histórico de acidentes e afastamentos da empresa: quanto mais afastamento, maior o fator, maior a contribuição previdenciária. Ergonomia e prevenção deixam de ser tema de SESMT e viram linha de custo.
- Coluna e LER/DORT são majoritariamente preveníveis — ergonomia, pausas e ajuste de posto de trabalho reduzem incidência.
- A NR-1 exige que riscos ergonômicos entrem no PGR, do mesmo modo que os demais — com identificação, avaliação e controle documentados.
- O FAP é revisado anualmente e pode ser contestado: histórico bem gerido e documentado reduz a alíquota — e a conta.
| A ponte entre saúde ocupacional e plano de saúde O mesmo colaborador que afasta por coluna também usa o plano para fisioterapia, exames e, às vezes, cirurgia. Quando saúde ocupacional e benefício são geridos em silos separados, a empresa paga duas vezes pelo mesmo problema — e não vê a conexão. Integrar os dois é onde a prevenção vira economia mensurável. |
Afastamento não começa no atestado. Começa no posto de trabalho — e é lá que ele fica mais barato de evitar.
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O papel da MAST
Afastamento é, ao mesmo tempo, custo previdenciário (FAP) e custo assistencial (plano) — e a MAST conecta as duas pontas:
- ✔ MastBenefits — Saúde Ocupacional integrada — ligação entre PGR, exames ocupacionais e plano de saúde, dando consistência técnica à gestão dos riscos ergonômicos e ao histórico que influencia o FAP.
- ✔ Gestão de afastados e crônicos — acompanhamento dos afastamentos por coluna e LER/DORT, atuando na reabilitação e reduzindo a reincidência e os casos longos.
- ✔ Mast Vida Ativa — Unidade Prevenção — campanhas de ergonomia, movimento e prevenção que atacam a causa do afastamento antes de ele virar atestado e custo de folha.
Para ativar qualquer uma dessas frentes no seu contrato, acione seu gerente de relacionamento MAST




