
Agosto é o mês dedicado à conscientização sobre a prevenção e o enfrentamento da violência contra a mulher. É um momento para ampliar o olhar, fortalecer vínculos e lembrar que proteger quem está em situação de vulnerabilidade é uma responsabilidade de toda a sociedade.
A violência contra a mulher pode acontecer de diferentes formas, muitas vezes de maneira silenciosa e gradual:
Física: agressões como empurrões, tapas, socos, chutes, queimaduras ou qualquer ato que cause dor ou lesão corporal.
Psicológica: ameaças, humilhações, intimidações, manipulação, isolamento, controle excessivo, ciúmes abusivos ou atitudes que prejudiquem a autoestima e a saúde emocional.
Moral: ofensas, xingamentos, calúnias, difamação ou acusações falsas que afetem a honra e a reputação da mulher.
Sexual: qualquer ato sexual sem consentimento, coerção, assédio, impedimento do uso de métodos contraceptivos ou obrigar a mulher a presenciar ou participar de práticas contra sua vontade.
Patrimonial: retenção, destruição ou controle de documentos, dinheiro, bens, cartões, instrumentos de trabalho ou qualquer recurso financeiro da vítima.
Verbal: insultos, gritos, palavras ofensivas, constrangimentos e outras formas de agressão por meio da comunicação, que frequentemente acompanham a violência psicológica.
Conhecer esses sinais é fundamental para reconhecer situações de violência e buscar ajuda. Ouvir sem julgamento, acolher com respeito e orientar a busca por apoio especializado são atitudes que podem transformar vidas.
No Brasil, mulheres em situação de violência podem buscar apoio pelo Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher, um serviço gratuito, confidencial e disponível para oferecer orientação, acolhimento e encaminhamento à rede de proteção.
O que você pode fazer
• Informe-se sobre os diferentes tipos de violência e seus sinais;
• Acolha e respeite quem encontrar coragem para pedir ajuda;
• Compartilhe os canais de apoio e proteção com quem precisar;
• Contribua para um ambiente mais seguro, empático e respeitoso;
• Nunca ignore um pedido de ajuda: sua atitude pode fazer a diferença.
Neste Agosto Lilás, informar é uma forma de cuidar. Combater a violência começa com cada um de nós.




