No Dia Mundial do AVC (29/10), o dado que importa para o RH: a maior parte dos episódios é evitável, e começa na pressão alta que ninguém acompanha.
Durante décadas, o infarto foi a grande referência quando o assunto era doença cardiovascular. Os números mais recentes mostram que o cenário mudou.
Dados do Portal da Transparência do Registro Civil apontam que o Acidente Vascular Cerebral (AVC) causou 85.427 mortes no Brasil em 2024, superando o infarto (77.886). Entre janeiro e outubro de 2025, foram 64.471 mortes — uma a cada seis minutos. O AVC já é a segunda maior causa de morte no país.
Para quem gere um benefício de saúde, o recorte que mais chama atenção é o da idade: mais de 60% dos casos acontecem antes dos 70 anos e cerca de 16% atingem pessoas com menos de 50 — ou seja, em plena vida produtiva. E a incidência entre adultos jovens vem crescendo.
________________________________________
O custo que não aparece no primeiro atendimento
O AVC é um evento de minutos, mas o impacto é de meses ou anos. Para a empresa e para o contrato, ele costuma significar:
- Internação de alta complexidade: atendimento de emergência, UTI e exames de imagem logo nas primeiras horas.
- Reabilitação longa: fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional por meses.
- Afastamento prolongado: com impacto previdenciário e, muitas vezes, dificuldade no retorno à função.
- Sequelas permanentes: que mudam a vida do colaborador e da família — e seguem gerando custo assistencial.
________________________________________
Até 90% dos casos podem ser evitados — e o caminho é conhecido
As principais causas de AVC são fatores de risco que podem ser identificados e controlados: hipertensão, diabetes, obesidade, tabagismo, sedentarismo e consumo excessivo de álcool. A hipertensão é, de longe, a mais importante. Estimativas apontam que até 90% dos episódios poderiam ser prevenidos ou controlados com acompanhamento adequado e mudança de hábitos.
Na prática, isso significa que boa parte do risco de AVC da sua população já está nos dados: colaboradores hipertensos ou diabéticos que não fazem acompanhamento regular, que não retiram medicação, que só aparecem no pronto-socorro. Hipertenso sem acompanhamento é, em termos de gestão, um evento de alto custo com data em aberto.
| Sinais de alerta para divulgar ao time — ao primeiro sinal, SAMU 192 • Boca torta ou assimetria no rosto • Fraqueza ou dormência em um lado do corpo (braço, perna) • Fala enrolada ou dificuldade para entender o que é dito • Perda súbita de visão, tontura ou dor de cabeça forte e repentina Ligue imediatamente para o SAMU (192). No AVC, cada minuto conta para reduzir sequelas. |
O que o RH pode fazer
- Usar o Dia Mundial do AVC (29/10) para uma ação prática: aferição de pressão, orientação e divulgação dos sinais de alerta.
- Conhecer o tamanho da população de hipertensos e diabéticos na carteira e quantos têm acompanhamento regular.
- Incluir lideranças e grupos de maior risco em rotinas de check-up.
- Preparar as equipes (e brigadas) para reconhecer um AVC e acionar o socorro rapidamente.
O AVC é um evento de minutos. A prevenção é um trabalho de meses — e começa nos dados que a empresa já tem.
________________________________________
O papel da MAST
A MAST trata doença crônica como variável de risco do contrato: identifica cedo, acompanha de perto e mede o resultado.
✔ Análises Preditivas (IA) — identificação de colaboradores com maior risco cardiovascular a partir do histórico de utilização, antes que o risco vire internação.
✔ Gestão de afastados e crônicos — linha de cuidado para hipertensos e diabéticos, com acompanhamento de adesão ao tratamento e apoio em caso de afastamento.
✔ Check-up executivo — avaliação periódica de lideranças e grupos de maior risco, com foco em diagnóstico precoce.
✔ Mast Vida Ativa — Unidade Prevenção — ação do Dia Mundial do AVC com aferição de pressão, orientação sobre sinais de alerta e incentivo a hábitos saudáveis.
Para ativar qualquer uma dessas frentes no seu contrato, acione seu gerente de relacionamento MAST.




