Oito anos depois, o regulador retoma a discussão de um mecanismo que 96% das operadoras já usam.
Oito anos após revogar a norma anterior, a ANS retomou a discussão sobre as regras de coparticipação — o mecanismo em que o beneficiário paga um valor a cada uso do plano. A intenção do regulador é criar parâmetros mais claros, estabelecendo limites para cobranças consideradas abusivas e definindo em quais situações a coparticipação pode ou não ser aplicada. O tema é grande: hoje, cerca de 96% das operadoras do país usam algum modelo de coparticipação.
Para o RH, coparticipação é uma das alavancas mais poderosas — e mais delicadas — do desenho de um plano coletivo. Bem calibrada, reduz o uso desnecessário e segura a sinistralidade sem penalizar quem realmente precisa. Mal calibrada, vira barreira de acesso, gera insatisfação e empurra o colaborador para a judicialização. Uma nova moldura regulatória sobre o tema mexe direto nessa engenharia.
O que observar enquanto a regra não fecha
- Calibragem: coparticipação é ferramenta de gestão de comportamento de uso, não só de corte de custo. O ponto de equilíbrio depende do perfil da sua população.
- Novos limites: a discussão da ANS sobre limites de ‘cobrança abusiva’ pode redefinir tetos e regras — quem desenha plano agora precisa acompanhar.
- Base de dados: desenho de coparticipação sem leitura de dados é aposta. Com dados, é engenharia de sustentabilidade do contrato.
| Antes de mexer no desenho do plano Acompanhar a evolução da discussão na ANS antes de fechar mudanças de coparticipação. Simular o efeito de qualquer alteração sobre acesso e sinistralidade — não só sobre a mensalidade. Garantir comunicação clara ao colaborador: coparticipação mal explicada vira reclamação e passivo. |
Coparticipação não é sobre cobrar mais. É sobre desenhar o uso com inteligência.
O papel da MAST
Desenhar e calibrar coparticipação com base em dado — e não em achismo — é exatamente onde a consultoria protege o contrato. A MAST atua com:
✔ MastBenefits — Gestão Técnica — modelagem do desenho de plano e simulação de cenários de coparticipação alinhados ao movimento regulatório.
✔ BI e Health Analytics — leitura do padrão de uso da carteira que define o ponto de equilíbrio da coparticipação.
✔ MastBenefits — Gestão de Risco/Sinistralidade — avaliação do efeito de cada desenho sobre a sinistralidade e o acesso.
✔ Comitês de Saúde — governança com a operadora para ajustar o mecanismo dentro das novas regras da ANS.
Para ativar qualquer uma dessas frentes no seu contrato, acione seu gerente de relacionamento MAST.




