Só 25% das operadoras chegaram à faixa de excelência no último índice de desempenho da ANS. Preço é só metade da conta.
Na renovação ou na troca de plano, a conversa quase sempre gira em torno de um número: o valor por vida. É natural — é o que aparece no orçamento. Mas existe um segundo conjunto de números, público e gratuito, que poucos RHs levam para a mesa: a avaliação que a própria ANS faz das operadoras.
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IDSS: a nota anual da operadora
O Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) é calculado anualmente pela ANS, com nota de 0 a 1, a partir de dezenas de indicadores agrupados em quatro dimensões:
- Qualidade em atenção à saúde: prevenção, acompanhamento de crônicos, qualidade assistencial.
- Garantia de acesso: rede disponível, tempo de atendimento, capacidade de atender o que o plano promete.
- Sustentabilidade no mercado: saúde econômico-financeira e reclamações de beneficiários.
- Gestão de processos e regulação: qualidade das informações enviadas à ANS e cumprimento das regras.
No resultado divulgado em junho de 2026 (IDSS 2026, ano-base 2025), apenas cerca de 25% das operadoras alcançaram a faixa de excelência, segundo levantamento do setor.
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IGR: o termômetro trimestral de reclamações
Além do IDSS, a ANS divulga trimestralmente o Índice Geral de Reclamações (IGR), que mede as reclamações registradas em relação ao número de beneficiários de cada operadora. No 2º trimestre de 2026, 221 operadoras médico-hospitalares atingiram o critério de excelência previsto na RN 623. Estar fora da lista não é sentença — mas é um sinal que merece investigação.
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Como ler esses indicadores a favor da empresa
- Nota baixa em garantia de acesso costuma aparecer, na prática, como demora para agendar, negativas e reclamações chegando ao RH.
- Nota baixa em sustentabilidade pode indicar uma operadora pressionada financeiramente — e, portanto, renovações mais duras ou instabilidade de rede.
- IGR alto ou crescente indica que a experiência do beneficiário está piorando — e que a sua equipe provavelmente vai sentir.
- Na negociação, indicadores públicos dão argumento objetivo: não é percepção do RH, é dado do regulador.
| Checklist antes da próxima renovação 1. Qual é a nota IDSS da nossa operadora atual e em qual faixa ela está? 2. Em qual dimensão ela vai pior — e isso bate com as reclamações que recebemos? 3. Ela aparece na lista de excelência do IGR nos últimos trimestres? 4. As alternativas cotadas têm desempenho melhor ou pior? 5. Esses dados estão na pauta da reunião com a operadora? |
Contrato bom não é o mais barato. É o que entrega o que promete — e a ANS mede isso.
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O papel da MAST
A MAST coloca indicador de qualidade ao lado de preço em toda leitura de operadora — na renovação, na migração e no acompanhamento do dia a dia.
✔ MastBenefits — Gestão Técnica — estudo de mercado que considera IDSS, IGR e rede, não apenas o valor per capita, antes de renovar ou migrar.
✔ Comitês de Saúde — acompanhamento periódico com a operadora, levando reclamações e indicadores públicos para a pauta, com cobrança de plano de ação.
✔ Suporte Saúde — Concierge — registro e tratamento das dificuldades de acesso dos colaboradores, gerando evidência concreta para a negociação.
✔ BI e Health Analytics — painel da experiência do colaborador (demandas, prazos e recorrências) comparado ao desempenho público da operadora.
Para ativar qualquer uma dessas frentes no seu contrato, acione seu gerente de relacionamento MAST.




