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Mast News

sexta-feira, 05 dezembro 2025 / Publicado em Sem categoria

Sabe o que — e como — a consultoria da Benefits trabalha para te ajudar nas negociações de plano de saúde?

A leitura correta da sinistralidade define se a empresa negocia bem — ou aceita reajustes acima do necessário.

A sinistralidade é o indicador mais observado pelas operadoras na hora de definir reajustes.
Mas sinistralidade isolada não explica nada.

E é justamente aí que entra o nosso trabalho:
a consultoria da Benefits traduz números, identifica padrões, antecipa riscos e constrói argumentos técnicos para que o RH tenha força real na mesa de negociação.

Negocia bem quem interpreta — não quem só recebe o número.


1. Leitura de curvas e padrões: o que realmente importa

A análise não é só “quanto deu a sinistralidade”, mas como a carteira se comportou. A consultoria da Benefits apoia o RH olhando pelo menos três frentes:

✔ Curva mensal e sazonalidade

Alguns meses têm picos naturais (ex.:

  • janeiro → maior uso de pronto-socorro;
  • outubro → aumento de exames preventivos;
  • dezembro → mais procedimentos eletivos).

Identificar sazonalidade evita alarmes falsos e dá base para contra-argumentar reajustes.

✔ Curva anual e comportamento da carteira

Perguntas que mostram maturidade técnica e que a Benefits leva para a discussão:

  • A curva sobe por excesso de uso ou por casos muito caros (severidade)?
  • O aumento é constante ou está concentrado em poucos meses?
  • Houve mudança importante no perfil etário ou demográfico da população?

✔ Padrões de uso: quem está consumindo?

  • Se 5% das vidas representam 50% do custo → padrão de alta concentração.
  • Se praticamente toda a carteira consome mais do que o esperado → problema de frequência.

Essa leitura muda completamente a estratégia de negociação — e a Benefits faz essa leitura junto ao RH.


2. Indicadores-chave que não podem ficar de fora

A consultoria da Benefits trabalha com um conjunto de indicadores que todo RH deveria usar, mas poucos de fato dominam. São eles que fortalecem qualquer negociação com a operadora:

✔ Risco médio

Mostra o custo médio por vida no período.
É um dos indicadores centrais para entender se a carteira está equilibrada.

  • Quando o risco médio cai, a empresa ganha poder de barganha.
  • Quando o risco médio sobe, a operadora tenta justificar reajuste mais alto.

A Benefits ajuda o RH a responder a pergunta-chave:

“O que está puxando o risco médio para cima: exames, internações, urgência, crônicos, oncológicos?”

✔ Frequência × Severidade

  • Frequência: quantas pessoas usaram o plano.
  • Severidade: quão caro foi o uso.

Leitura profissional:

  • Alta frequência + baixa severidade → problema de educação em saúde (uso excessivo, mas barato).
  • Baixa frequência + alta severidade → poucos casos críticos gerando custo.
  • Alta frequência + alta severidade → descontrole da carteira.

Esse indicador orienta a linha de ação preventiva que a Benefits recomenda ao cliente.

✔ Índice de concentração

Mostra se poucos usuários “puxam” o custo.

Exemplo:

  • 2 vidas consumindo R$ 600 mil em um ano.

Sem análise, esse valor “contamina” a sinistralidade geral; com análise, a Benefits entra com o argumento técnico:

“Eventos pontuais e não recorrentes não podem definir o reajuste de todas as vidas. Vamos isolar o impacto dessa alta concentração.”

Esse tipo de argumento muda a mesa de negociação.

✔ Ticket médio por tipo de utilização

A Benefits segmenta o uso em categorias como:

  • urgência/emergência
  • consultas
  • exames
  • terapias
  • internações
  • OPME
  • oncológicos

Isso permite mostrar à operadora onde está o problema real — e onde não está.

✔ Perdas e ganhos por faixa etária

Mostra se o envelhecimento da base explica parte do aumento de custos.

Quando o RH leva isso pronto, ganha consistência.
Quando não leva, perde força técnica.


3. Como evitar reajustes abusivos nas negociações de 2025

A consultoria da Benefits prepara o RH para chegar à mesa com argumentos estruturados, e não apenas com a fatura na mão.

✔ Trazer dados consolidados (sinistralidade + ocupacional + absenteísmo)

Chegar à operadora com apenas a sinistralidade é chegar fragilizado.
Quando a Benefits apoia o cliente com:

  • sinistralidade
  • informações do PCMSO
  • dados de afastamentos

o discurso muda de “reclamante” para gestor de risco.

✔ Isolar eventos de alta severidade

Exemplo:

  • uma internação oncológica de R$ 400 mil em um único colaborador.

Se isso não é isolado, a operadora “dilui” o impacto e tenta justificar um reajuste alto para toda a carteira.
A Benefits ajuda a evidenciar e negociar esse tipo de evento como caso pontual.

✔ Demonstrar ações preventivas em curso

Operadoras enxergam com bons olhos quando a empresa mostra que:

  • tem programas de saúde mental,
  • acompanha crônicos,
  • incentiva movimento e atividade física,
  • oferece teleorientação,
  • promove campanhas de prevenção.

Isso prova que há gestão de risco em andamento — e não “carteira abandonada”.
A Benefits estrutura esses planos com o RH e leva isso como argumento de negociação.

✔ Apresentar argumentos técnicos, e não apenas apelos

Exemplos de frases fortes, usadas com base em dados:

  • “A concentração de custo está em 3 vidas, com eventos não recorrentes.”
  • “A frequência está alta, mas concentrada em consultas e exames, sem aumento relevante de internações.”
  • “O risco médio caiu nos últimos 6 meses após implementação de ações preventivas.”
  • “A curva de uso estabilizou depois do programa de crônicos.”
  • “A maior parte do custo está em oncologia; precisamos discutir gestão compartilhada e modelo assistencial.”

Essa é a diferença entre chegar “pedindo desconto” e chegar negociando tecnicamente.


4. O que é, de fato, um argumento forte na mesa com a operadora?

A consultoria da Benefits prepara o RH para levar pontos que têm peso real na negociação:

  • Dados detalhados de concentração e eventos não recorrentes
  • Comprovação de ações preventivas e de gestão em andamento
  • Comparação do comportamento da carteira em 12, 24 e 36 meses
  • Índices de utilização que não justificam o aumento pedido
    (baixa frequência de internações, oncológicos estáveis, poucas OPMEs, uso racional de pronto-socorro)
  • Simulações por faixa etária e risco médio por grupo

Esse conjunto de informações torna o posicionamento do RH direcionado, técnico e convincente.


Mensagem final para empresas e RH

Negociar reajuste não é apenas olhar a sinistralidade e aceitar o número que veio da operadora.
É interpretar indicadores, cruzar dados, identificar padrões e construir argumentos consistentes.

Empresas que contam com a consultoria da Benefits para essa leitura:

  • reduzem a chance de reajustes abusivos,
  • ganham previsibilidade orçamentária,
  • fortalecem sua estratégia de saúde corporativa
  • e mostram maturidade de gestão perante o mercado.

A Benefits se diferencia justamente aqui: análise profunda, visão integrada e argumento técnico robusto na mesa ao lado do RH.

O que você pode ler a seguir

Transtorno de ansiedade
Vitamina D, mais importante do que você pode imaginar!
Planos de saúde e afastamentos: como monitorar o impacto no absenteísmo

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