R$ 52,5 bilhões escoando por ralos que ninguém vê. Parte disso está na sua fatura — e não veio de tratamento que alguém precisou.
Um estudo divulgado em agosto de 2026 pela Interfarma, em parceria com a L.E.K. Consulting, colocou um número no que a gestão de benefícios já sentia na prática: fraudes, desperdícios e sobreutilização consumiram cerca de R$ 52,5 bilhões da saúde suplementar em 2024. Para efeito de comparação, os medicamentos de alto impacto clínico — sempre apontados como vilões do custo — ficaram na faixa de R$ 30 a 40 bilhões. Ou seja: o dinheiro perdido com ineficiência supera o gasto com os remédios mais caros.
O estudo estima que essas ineficiências equivalem a cerca de 20% do gasto médio por beneficiário — algo entre R$ 1.050 e R$ 1.500 por vida ao ano. E aponta que o Brasil tem uma das maiores estimativas de fraude entre os sistemas privados de saúde analisados no mundo. Isso não é abstração: é custo que entra na sinistralidade da carteira e volta como reajuste.
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O que isso significa para o contrato empresarial
Fraude e desperdício não são só problema da operadora. Quando a conta infla por uso indevido, exame desnecessário, reembolso irregular ou beneficiário que não deveria mais estar na apólice, quem paga a diferença no ciclo seguinte é a empresa contratante.
- Sobreutilização: consultas, exames e procedimentos além do necessário, sem impacto real na saúde do beneficiário.
- Desperdício: rota assistencial mal coordenada — o mesmo problema tratado várias vezes, em vários lugares.
- Distorção cadastral: dependentes inelegíveis e vidas inativas que continuam pesando no cálculo do contrato.
| Onde o RH consegue agir de verdade A empresa não fiscaliza fraude sozinha — mas controla três alavancas: cadastro limpo (quem está na apólice deve estar), auditoria das contas médicas (o que foi cobrado realmente aconteceu?) e leitura de padrões atípicos de uso. É aí que o desperdício vira economia concreta na renovação. |
Nem todo custo do plano é saúde. Parte é ineficiência — e essa parte se combate com gestão, não com reajuste.
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O papel da MAST
Esse ralo de R$ 52,5 bilhões só se fecha com gestão ativa do contrato — e a MAST atua exatamente nele:
- ✔ MastBenefits — Gestão de Risco/Sinistralidade — auditoria de contas médicas e análise de eventos atípicos, identificando sobreutilização e cobranças indevidas antes que virem argumento de reajuste.
- ✔ Gestão de elegibilidade e movimentações — limpeza cadastral e controle de movimentações, retirando do cálculo as vidas inelegíveis que distorcem a sinistralidade.
- ✔ BI e Health Analytics — leitura de padrões de utilização da carteira para separar o que é custo assistencial legítimo do que é desperdício.
Para ativar qualquer uma dessas frentes no seu contrato, acione seu gerente de relacionamento MAST.




